1) O plano do Brasil era mais quatro usinas nucleares até 2030. Era. O plano agora é mais oito nucleares até 2034.
2) Um grupo de empresas alemãs irá investir na produção de energia solar na África. Esse projeto, Desertec, pode provar ser possível obter lucro com energias obtidas com plantas solares. O prazo previsto é que de 2020 a 2025 o Desertec comece a ser rentável, atingindo 15% das necessidades energéticas européias.
3) A Espanha, com a companhia Torresol Energy, está investindo na construção de duas usinas termossolares, na cidade de San José del Valle. Serão duas plantas solares com capacidade de 50MW, Valle 1 e Valle2, o suficiente para atender uma população de 40 mil habitantes.
Tudo depende do ponto de vista do país. “As pessoas precisam entender mais para ter menos medo desse tipo de energia [nuclear]. (...) não oferecem risco algum à população”, segundo a representante do Ministério do Meio Ambiente, Sandra Cecília Miano, responsável-técnica da área nuclear no Ibama.
Se você acredita que não, então não é um tipo de energia perigosa. Mas, comparando com as notícias vindas da Alemanha e da Espanha, parece um tanto obsoleta.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Tehran
O nosso presidente Lula não acredita que a eleição de Ahmadinejad tenha sido fraudulenta. Você concorde ou não, fica aqui um apelo. Diga não à censura!
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Brasil desenvolve mais usinas nuclares (ou: um viva ao IC!)
Não me agrada a idéia de Lovelock, de que a energia nuclear seja a única alternativa possível aos combustíveis fósseis. Prefiro colocar esperança em novos projetos, de energia limpa e renovável.
O Brasil, que sofreu uma falha em Angra 1 essa quarta, dia 10, talvez concorde com Lovelock. A meta é de que, depois de Angra 3 (2014), sejam construídas mais quatro usinas nucleares até 2030. Esta última falha de Angra 1 ocorreu no ciclo secundário, isento de radiação. Porém o dinheiro gasto em pesquisas de segurança em usinas poderia sustentar outros estudos, para aperfeiçoamento (e consequente avanço de produção, e redução do custo) de formas de energia renovável.
A intenção do Brasil, segundo o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Altino Ventura Filho, é continuar se destacando no uso de energias renováveis (hoje corresponde a 46% da nossa produção, enquanto a média mundial é 14%), mesmo com o investimento numa forma de energia que foi citada no Fórum Europeu de Energia do Futuro como dispensável.
A Índia planeja atingir 200GW de geração solar até 2050; talvez os custos de turbinas eólicas caiam com a produção na China; na Rússia o petróleo e os gases naturais representam parcela gorda da economia; o Brasil pretende mais quatro usinas nucleares de 1GW cada uma. Das notícias no meu Reader hoje, as duas últimas letras do BRIC me chamaram mais atenção de forma positiva. Mesmo que seja apenas um sonho (a Índia gera hoje 3MW por energia solar), vejo com bons olhos ambições que visem o bem.
O Brasil, que sofreu uma falha em Angra 1 essa quarta, dia 10, talvez concorde com Lovelock. A meta é de que, depois de Angra 3 (2014), sejam construídas mais quatro usinas nucleares até 2030. Esta última falha de Angra 1 ocorreu no ciclo secundário, isento de radiação. Porém o dinheiro gasto em pesquisas de segurança em usinas poderia sustentar outros estudos, para aperfeiçoamento (e consequente avanço de produção, e redução do custo) de formas de energia renovável.
A intenção do Brasil, segundo o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Altino Ventura Filho, é continuar se destacando no uso de energias renováveis (hoje corresponde a 46% da nossa produção, enquanto a média mundial é 14%), mesmo com o investimento numa forma de energia que foi citada no Fórum Europeu de Energia do Futuro como dispensável.
A Índia planeja atingir 200GW de geração solar até 2050; talvez os custos de turbinas eólicas caiam com a produção na China; na Rússia o petróleo e os gases naturais representam parcela gorda da economia; o Brasil pretende mais quatro usinas nucleares de 1GW cada uma. Das notícias no meu Reader hoje, as duas últimas letras do BRIC me chamaram mais atenção de forma positiva. Mesmo que seja apenas um sonho (a Índia gera hoje 3MW por energia solar), vejo com bons olhos ambições que visem o bem.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Energia renovável
Eu ficarei feliz ao ler uma reportagem sobre debates cujo tema central seja o desenvolvimento de formas renováveis de energia, com gastos de pesquisa já pré-aprovados (tenho medo da burocracia no Brasil).
Fica um link, debates para redução do uso de combustíveis fósseis: http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=666&id_tipo=2&id_secao=2&id_pai=0
Fica um link, debates para redução do uso de combustíveis fósseis: http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=666&id_tipo=2&id_secao=2&id_pai=0
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